sexta-feira, 6 de novembro de 2026

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IBGE confirma alta de 3,4% do PIB brasileiro em 2024

Revisão manteve o resultado já divulgado; serviços e indústria cresceram, enquanto a agropecuária recuou.

Escrita por inteligência artificial a partir das fontes abaixo e conferida automaticamente · 06 de nov. · 17:36

Uma escadaria sobe em sequência, mas tem um degrau mais baixo que os demais.
Ilustração gerada por inteligência artificial

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil avançou 3,4% em 2024, confirmou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (6). A revisão dos dados não modificou a taxa geral de crescimento informada inicialmente em março de 2025. O PIB, que reúne o valor dos bens e serviços produzidos no país, totalizou R$ 11,7 trilhões no ano, e o PIB por habitante foi de R$ 55.410,12.

Os resultados mostram desempenhos diferentes entre os setores. Serviços tiveram alta de 3,8% e indústria, de 3,1%. A agropecuária foi a única atividade a registrar queda, de 3,7%. Segundo o IBGE, 11 dos 12 grupos de atividades econômicas ficaram estáveis ou cresceram.

Pelo lado dos gastos, o consumo final subiu 4,4%. As despesas das famílias aumentaram 5,1%, enquanto as do governo avançaram 2%. A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), medida dos investimentos em máquinas, equipamentos e construção, cresceu 6,9%, depois de cair 3% em 2023. A taxa de investimento ficou em 16,9% do PIB em 2024.

A divulgação desta sexta-feira integra a atualização das Contas Nacionais, que incorpora informações de pesquisas setoriais. Em dezembro de 2025, uma revisão já havia alterado taxas de alguns setores, mas preservado o avanço total de 3,4%. O IBGE informou que, durante a transição para uma nova base de referência, suspendeu temporariamente a publicação detalhada dos dados anuais e manterá apenas estimativas agregadas.

Próximos dados

O resultado de 2025, divulgado anteriormente, apontou crescimento de 2,3% e ainda poderá passar por revisão. Para 2026, o IBGE dispõe de números até o segundo trimestre: na comparação dos quatro trimestres encerrados em junho com o período equivalente anterior, a economia cresceu 1,9%. O resultado anual de 2026 está previsto para março de 2027.

As estimativas para este ano variam entre as instituições citadas pela Agência Brasil. A Secretaria de Política Econômica projetava expansão de 2%, o Boletim Focus apontava 1,76% e o Fundo Monetário Internacional esperava crescimento de 2,2%. São projeções, não resultados já apurados.

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