sábado, 7 de novembro de 2026

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STF mantém prisão preventiva de Fabiano Zettel no caso Banco Master

Edson Fachin rejeitou pedidos de revisão da prisão e de detenção domiciliar; Zettel está preso desde 4 de março.

Escrita por inteligência artificial a partir das fontes abaixo e conferida automaticamente · 07 de nov. · 07:36

Um cadeado fechado prende as barras de um portão, simbolizando a manutenção da prisão preventiva.
Ilustração gerada por inteligência artificial

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, manteve a prisão preventiva de Fabiano Zettel, investigado na operação que apura fraudes no Banco Master. Na quinta-feira (5), o ministro negou tanto o pedido para rever a prisão quanto a solicitação de substituí-la por detenção domiciliar humanitária.

A prisão preventiva é uma medida cautelar, adotada durante a investigação ou o processo, antes de uma decisão final sobre a responsabilidade do investigado. Zettel está preso desde 4 de março. Cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, ele é apontado pelas investigações como operador financeiro de Vorcaro.

Segundo a decisão, os motivos que justificaram a prisão continuam válidos. Fachin considerou que a manutenção da medida é necessária para proteger a ordem pública, assegurar a aplicação da lei e evitar prejuízos à apuração. O ministro também afirmou que não foram apresentados elementos suficientes para conceder a prisão domiciliar, solicitada pela defesa com o argumento de que a família de Zettel não teria rede de apoio.

Fachin citou ainda suspeitas sobre o papel de Zettel na organização investigada. De acordo com a decisão, ele teria intermediado pagamentos ligados a atividades ilícitas e articulado transferências financeiras e documentos processuais usados para justificar repasses. O ministro também mencionou a suposta participação do investigado no grupo “A turma”, descrito como uma milícia privada que atuaria contra desafetos de Vorcaro.

As condutas investigadas foram provisoriamente enquadradas, segundo Fachin, em suspeitas de crimes contra o sistema financeiro, corrupção, violação de sigilo funcional, fraude processual e obstrução de justiça. São alegações sob apuração, não uma conclusão definitiva sobre a culpa de Zettel.

A decisão mantém a situação atual do investigado enquanto a apuração prossegue. Em outro desdobramento relacionado ao caso, Fachin pediu à Procuradoria-Geral da República um parecer sobre o pedido de liberdade apresentado pela defesa de Vorcaro, também na quinta-feira, segundo o Monitor do Mercado.

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